segunda-feira, 7 de abril de 2014

Um fim próximo



A decadência da “Velha mídia“, assim denominados jornais e revistas, vem a cada ano de forma mais devastadora, pois sabemos como é  você ler uma notícia no jornal e saber que já tinha lido a mesma  na internet, nos da uma sensação de “atraso”, parece que você está parada no tempo, como se fosse uma notícia ”requentada”.


Todos falam que o principal inimigo da “velha mídia” é a internet, mais verdade seu rival é a televisão e o rádio, pois foram os principais causadores da decadência  na “velha mídia”. Eles têm maior poder de capturar a atenção daqueles que não dominam a língua escrita. A internet também está contribuindo muito para extinção do impresso pois prendem de forma inexplicável o público jovem, tirando a vontade dos mesmos de lerem um jornal, uma revista ou até mesmo um livro. Hoje em dia fica claro que com a internet é difícil alguém querer pagar um jornal para ter notícia, sendo que esta notícia já é “antiga”, sendo assim, o custo econômico para manter um jornal ativo pode contribuir para essa provável extinção da “velha mídia“.



Enfim, constatamos que, com a falta de leitores pagantes da notícia vai ser difícil manter os jornais
 ativos, em um fim que parece próximo. Não podemos prever o futuro para dar de fato a resposta,  porém se a mídia impressa (principalmente jornais escritos) acabarem, podemos dizer aos nossos filhos que a culpa não foi nossa ou vamos ficar com a consciência pesada, baixar a cabeça ,fazer uma expressão de tristeza e falar eu também fui responsável por isso filho.
                                                                                                                                  
                                                                                                                               por Diego Trindade

Jurassic Press Dinossauros de papel conseguirão sobreviver em um mundo digital?


 Há muito tempo se fala sobre o fim da mídia impressa. Mas como será o futuro dos informativos periódicos que fazem parte de nossas vidas por tanto tempo?
 A cada novo meio de comunicação que surge, o debate sobre o termino dos jornais retorna. Será o rádio o substituto do jornal? Ou poderá a televisão exterminar este meio? Em ambos os casos a mídia impressa conseguiu coexistir. Porém com a internet, que preserva uma forma de organização do conteúdo similar ao jornal, acrescentando o conceito de hiperliks, surgiu como uma ameaça real. Mais recentemente com o lançamento do primeiro tablet "popular"em 2010, a experiência de portabilidade do jornal passou a ser replicada através da prancha digital móvel.
 Os jornais e revistas correram atrás de se reinventar. Além de irem para internet com portais de notícias e com modelos de assinatura digitais, no meio impresso trabalham com layouts próximos da estéticas da internet, inclusive criando conexões entre notícias e seções similares ao conceito de hiperlinks.
 Um grande desafio é de como incentivar pessoas na imersão em um conteúdo extenso em uma geração onde a dispersão é umas das características, fruto do crescimento de estímulos visuais.





Jornais e revistas  são ainda uma ótima fonte para ter conteúdos atualizados e densos,diferente do meio digital que, muitas vezes, se perde um uma superficialidade. Porém o grande questionamento para garantir ou não a sua sobrevivência é o perfil desta nossa geração "google". Teremos uma geração focada em discursos superficiais ou ainda existe espaço para profundidade? Não é o tablet, o computador ou qualquer outro meio que determinará a extinção dos jornais. Quem pode ser o meteoro mensageiro do fim é o ser humano e sua busca por conhecimento. E, infelizmente, vivemos em uma realidade onde o conhecimento está cada vez mais superficial. 

                                                                                          por Pamela de Carvalho Ribeiro

domingo, 6 de abril de 2014

A qualidade salvará a mídia impressa!

A avalanche de informações proporcionadas pela internet tornou difícil a vida dos jornais. No entanto, a salvação está na “capacidade de analisar os fatos de uma maneira inteligente, profunda e sem a pretensão de impor as ideias próprias a quem as lê”, que por vezes não ocorre na mídia digital.

Ao longo da história tem sido muito raro que uma mídia realmente importante desapareça. Apesar dos vários anúncios de seu fim, o rádio sobreviveu à televisão; o cinema sobreviveu à televisão e ao DVD; o CD e o DVD vêm sobrevivendo, pelo menos por enquanto, à internet. Há casos impressionantes. O disco de vinil por exemplo, tem ainda muitos compradores fiéis e até mesmo as fitas cassete têm mercado! Assim, se todas  essas mídias permanecem, porque a mídia impressa - tão prática, tão barata, tão acessível,  tão incorporada a todas às culturas e, ainda mais, tão ecologicamente sustentável -  desapareceria, sufocada pelas novas tecnologias? Aliás, a primeira mídia, pré-histórica ainda, era constituída pelas paredes das cavernas. Quando vejo grafites e pichações  espalhadas pela cidade, ouso dizer quem nem mesmo essa desapareceu...




Mídia impressa pode propiciar melhor leitura. Até agora a qualidade de textos e imagens impressas continua insuperável em comparação com a das mídias eletrônicas. As desvantagens da informação impressa parecem ser a demora na sua atualização, a impossibilidade de navegar para informações complementares (hipertexto) e ausência de animação. No entanto, tudo isso pode ser mais adequado para uma leitura atenta e concentrada. Recursos de hipertexto e animação podem distrair a atenção e desviar o foco do leitor. A mídia impressa a vantagem dos formatos. Por uma questão de preço e de portabilidade, as telas dos tablets e e-readers são relativamente pequenas. A mídia impressa pode aproveitar a abundância de espaço para oferecer imagens mais impactantes e textos mais bem diagramados tornando a leitura muito mais agradável e confortável. Nas telas das mídias eletrônicas a falta de espaço torna difícil estabelecer hierarquias visuais que ajudem o leitor a decodificar a informação.

 Por Aline Lopes Rocha.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

O futuro dos jornais está ameaçado?


       A mídia impressa tem um futuro indefinido e questionado por muitos com relação a sua existência, eficácia e/ou ainda relevância (principalmente os jornais). Eles poderiam então acabar?
    Se pensarmos que todos nós conhecemos alguém que gosta de acordar cedo para ir à banca de jornais mais próxima de sua casa para comprar um jornal, eles não vão acabar, uma vez que ainda têm um público considerável. Ou seja, os jornais estão arraigados em nossa cultura e na da comunicação.
    A internet, com portais de notícias que se atualizam em, no máximo, 30 minutos, "roubou" uma grande atenção que, outrora era destinada às notícias que a mídia impressa veiculava, e muito se deve à sua rapidez. No entanto, quando uma sucessão de fatos extremamente relevantes e polêmicos não saem dos mais lidos na internet e dos mais discutidos na televisão, sendo automaticamente de suma importância nacional ou mundial, como manifestações, mensalões e conflitos armados em outros países, as pessoas vão às bancas para se ter através do jornal o fato de um modo mais detalhado, pois os textos dos jornais são em média maiores e mais ricos de informações que os da internet.
    Se pensarmos em futuro como um período de aproximadamente 5 anos, o jornais e a mídia impressa de uma forma geral, não vão desaparecer, podem ganhar ou perder espaço, no entanto, não está desenhado um fim próximo para o impresso.

                                                                                                                       por Kalleb Barboza

terça-feira, 1 de abril de 2014

Qual é o futuro da mídia impressa ?

Há algum tempo o mercado da mídia impressa tem feito movimentos que nos fazem pensar se o mercado de mídia impressa está a perigo. Alguns dos principais jornais reduziram o número de jornalistas e colaboradores.  Agora é o segmento de revistas. Na verdade, a demissão em redações jornalísticas tem acontecido no mundo todo.  Em um post do dia 02/06/2014, Luis Nassif comenta sobre essa “tendência”. A aposta das redações será um profissional com um smartphone ou Iphone no bolso para fazer cobertura e fotografia momentânea do fato.  Lembro de ouvir meu ex-chefe em 2010, orientando os jornalistas da Tribuna Impressa a fazer exatamente isso. A idéia era cobrir e editar o fato diretamente do local dos acontecimentos.
A idéia não é de todo ruim, mas sabemos que uma apuração como essa, pode haver perdas de informações, ou erros podem ser cometidos, no afã de registros ao vivo. É preciso tarimba, experiência, mas é preciso lembrar, que neste momento nem sempre o  profissional destinado a cumprir essa missão.
Isso chama a atenção para o outro lado. Jornalistas brasileiros demitidos ou cansados deste novo modelo de jornalismo (ou de se fazer comunicação),criaram um grupo intitulado ‘’NINJA’’ Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação.  A proposta desses profissionais é fortalecer o movimento chamado por eles de “midialivrismo”, a liberdade e independência das mídias.
Mudam os leitores, mudam os profissionais e ambos mudam o meio de comunicação. Creio que caminhamos sem sombra de dúvida pela comunicação on demand. Mas esqueça o amadorismo.  Hoje em dia temos gadgets, aplicativos e uma galera muito melhor  informada para gerir e gerar a comunicação. Eu creio que em um futuro bem próximo, além de o jornalismo ser on demand, ele poderá ser consumido de maneira vertical, ou seja, o leitor ou usuário poderá consumir somente as editorias que desejar.

Mídia Impressa X Mídia Digital


    Hoje em dia, em pleno século XXI, é possível notar a grande mudança presente nas mídias sociais. Não há quem não possua um aparelho celular de alta tecnologia, notebook e até mesmo tablets. Esses meios certamente influenciam na forma de levar informação à população por meio da nossa querida internet, que trouxe um universo de conhecimento direto às nossas mãos.
   Atualmente é completamente acessível a aquisição de notícias e entretenimento. Em qualquer lugar você pode comunicar-se com pessoas de diversas partes do planeta, além de ficar sabendo tudo sobre qualquer assunto.
   Não é preciso mais comprar CDS, DVDS e Livros. Por meio de um download você baixa o que quiser gratuitamente, dependendo da disponibilização do arquivo na web. Além da facilidade de encontrar inúmeros parâmetros de pesquisa e entretenimento infinito bem debaixo do seu nariz, você não precisa sair de casa em busca disso, apenas um clique e você embarca nessa viagem. Porém o que diferencia a preferência pela mídia impressa ou mídia digital é o gosto do consumidor.
   Para muitos, inclusive para nós, não há nada melhor que um bom jornal, uma boa revista e um bom livro em mãos. Apenas o cheiro do papel e da tinta e o sabor do conhecimento nos leva a nos perder, submersos em pensamentos proporcionados por essa sensação.
   Há quem desconfie dos textos e noticiários online, por julgarem a informação um pouco duvidosa, vindo de um meio em que qualquer um pode divulgar qualquer coisa. A mídia impressa em si, traz mais credibilidade e mantém a confiança do leitor desde quando surgiu até os dias de hoje.
      Além dessa relação de confiança, há um verdadeiro caso de amor. O ser humano que ama a leitura e o conhecimento coleciona todas as edições e capítulos de seu livro, revista e jornal preferido. Pode-se afirmar com plena certeza que é exatamente isso que "salvará" o meio de comunicação impresso. O amor e a adoração do leitor pelo simples fato do prazer e da necessidade de sentir aquilo em mãos.




Fonte: www.diariodocentrodomundo.com.br




   É preciso que a mídia digital e impressa caminhem juntas. As revistas e jornais mantenham seus exemplares impressos, porém garantindo seu cantinho na internet. A parceria com o mundo da publicidade favorecerá bastante, tanto em um como no outro. Assim, mesmo com a diminuição de vendas e tiragens, sempre haverá os amantes da leitura impressa, garantindo sua sobrevivência.
   Ainda há muita água para rolar no mundo da mídia e é missão de jornalistas e escritores ajudarem a manter o reinado do papel em vigor. Se não oferecermos matérias e textos abrangentes, que supram e alimentem a "fome de saber" do povo, os profissionais da internet o farão primeiro. É preciso caminhar lado a lado, sem correr, mantendo a qualidade para obter carinho e admiração do leitor apaixonado pela tinta e pelo papel.


                                                                                            por Radila Borges de Almeida